10 FATOS que são influencias no mercado digital em 2021

por | fev 3, 2022 | Sobre MKT Digital | 0 Comentários

A Blinmy quer deixar você cada vez mais antenado sobre os grandes acontecimentos no meio digital.
Se você se interessa pelo universo dentro dos aparelhos eletrônicos, venha com a gente que vamos te contar os fatos que mais causam influencias no mercado digital mais relevantes que marcaram o ano de 2021.

Listamos 10FATOS para você se atualizar e ficar por dentro do que rolou ano passado e com certeza vai influenciar o mercado digital em 2022.

Veja a lista de influências no mercado digital em 2021

 

#FATO1 Facebook Papers expōe negligência da rede social

Poucas empresas estiveram tão em evidência em 2021 como o Facebook/Meta, mas não exatamente por motivos positivos.

Talvez sua mudança de nome para Meta e a maior queda já vista no serviço, ambos no mês de outubro, tenham sido questões até menores quando comparados ao Facebook Papers, série de vazamentos de questões internas da empresa revelada nos últimos meses.

Em resumo, relatórios internos da companhia de Mark Zuckerberg apontaram negligências da empresa em relação à sua responsabilidade em temas importantes, como saúde mental, publicidade direcionada para menores de idade, problemas no algoritmo e manipulação de conteúdos de ódio com o objetivo de gerar polêmicas.

O enorme conjunto de controvérsias que não parece ainda ter terminado pressiona a credibilidade da companhia.

 

 

#FATO2 Facebook muda nome para Meta

Em meio à crise do Facebook Papers, a empresa de Mark Zuckerberg mudou de nome no final de outubro deste ano e agora se chama Meta.

A mudança não afetou o nome do aplicativo, e vale apenas para a companhia que controla, além do próprio Facebook, Whatsapp, Instagram e a Oculus.

A Meta se coloca como uma “uma empresa de tecnologia social” e foca diretamente no metaverso e sua ambição de combinar realidade aumentada e virtual.

“Hoje, somos vistos como uma empresa de redes sociais. Mas em nosso DNA somos uma empresa que cria tecnologia para conectar pessoas. E o metaverso é a próxima fronteira, tal como as redes sociais eram quando começamos”, revelou Zuckerberg no comunicado de anúncio.

Conheça o site oficial da marca: https://about.facebook.com/br/meta/

 

 

#FATO3 Apostas no metaverso dobraram

Mas, afinal, você sabe o que é o metaverso e por que ele é tão importante para a Meta? Vamos sintetizar a explicação: especialistas apontam que se trata do futuro da internet, numa experiência de mundo virtual em que pessoas poderão interagir e realizar qualquer atividade, seja de diversão ou profissional, passando por compras e interação social.

A ideia representa a possibilidade de acessar uma espécie de realidade paralela, em alguns casos ficcional, em que uma pessoa pode ter uma experiência de imersão.
Tecnicamente, o metaverso não é algo real, mas busca passar uma sensação de realidade, e possui toda uma estrutura no mundo real para isso.

O investimento não é exclusividade do Facebook, e vem acompanhado de companhias como Microsoft – com a chegada de avatares 3D para o Teams – e Roblox, que têm investido grandes quantias para disputar com a própria Meta o público e os espaços nesse novo conceito de conexão.

Contudo, o metaverso de fato ainda não existe, ainda que receba muito dinheiro.

O termo que dá nome ao conceito surgiu pela primeira vez no livro de ficção científica “Snow Crash”, de Neal Stephenson.

O grande desafio para que esse mundo seja uma realidade é a cooperação entre as empresas. Meta, Roblox e Microsoft deverão trabalhar em conjunto para garantir a compatibilidade.

Ainda é incerto apontar o metaverso como o futuro da Internet, mesmo com os maciços investimentos da indústria de tecnologia.

Executivos desse mercado acreditam que ele não substituirá a web como conhecemos, mas será um complemento a ela, podendo ser acessado por PC, celulares e consoles.

 

 

#FATO4 “Blackout” do Facebook, Whatsapp e Instagram

Os três principais serviços da empresa de Mark Zuckerberg já haviam enfrentado falhas e instabilidades anteriores, mas nenhuma dessas quedas supera a do dia 4 de outubro, quando WhatsApp, Instagram e Facebook ficaram fora do ar por cerca de seis horas.

As plataformas estão entre as mais utilizadas no Brasil para comunicação, lazer e negócios.
Sua queda, levou a um incontável prejuízo para diversos usuários e empresas, ainda mais se considerarmos a limitação das vendas em lojas físicas por conta da pandemia.

Especulou-se que a causa da falha nos aplicativos tenha sido motivada por um ataque hacker, o que foi prontamente rechaçado pela Meta, que assumiu a responsabilidade pelo erro.

Este “blackout” foi a prova de como as pessoas, empresas, instituições estão super dependentes das plataformas digitais.

 

 

#FATO5 Brasil realiza leilão do 5G

Após mais de um ano de discussões e sucessivos adiamentos, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizou o leilão de frequências do 5G, na maior venda de espectro já realizada pela autarquia.

Ao final, o leilão conseguiu a arrecadação de R $46,7 bilhões e seis novos operadores de telecomunicações no Brasil. Convenhamos, se isso não for um das influencias no mercado digital, nada mais é.

 

 

#FATO6 Escassez de chips

Em contraste com a chegada e expansão do 5G, um fator afetou negativamente a indústria de tecnologia no mundo: a chamada crise dos semicondutores, que influenciou diretamente na cadeia de suprimentos da indústria de smartphones, e impactou também os setores de eletrodomésticos, automóveis e até mesmo consoles.

Isso levou à falta de chips mais simples, que atendem a uma gama maior de produtos.

Fato é que a pandemia alterou os padrões de consumo para alguns consumidores com o aumento da demanda de trabalho remoto, que os levou a procurar outros equipamentos, causando um desequilíbrio da indústria.

E com as relações comerciais entre EUA e China restritas, houve um aumento na estocagem de chips.

No mercado de smartphones a crise levou as principais marcas a adotarem políticas mais conservadoras em seus lançamentos, e o que se viu foram celulares com pouca inovação e melhorias pontuais quando comparados aos anos anteriores.

 

 

#FATO7 LG sai do mercado de smartphones

Ainda no assunto smartphones, após 52 meses de prejuízos acumulados, a LG decidiu abandonar sua divisão de smartphones globalmente.

A gigante sul-coreana teve posições destacadas no mercado de smartphones na primeira década do século 21, mas passou a sofrer para dar conta de novos entrantes no mercado Android e suas influencias no mercado digital, como Xiaomi e Realme, e viu sua arquirrival Samsung dominar o mercado de smartphones com o sistema operacional do Google.

 

 

#FATO8 Sony sai do Brasil

A LG não foi a única multinacional de eletrônicos a se retirar do mercado. Em março a japonesa Sony confirmou sua saída do Brasil, deixando de vender suas TVs, câmeras e produtos de áudio no país, finalizando uma relação de mais de 40 anos de produção nacional com o fechamento da fábrica em Manaus.

Os únicos produtos que permaneceram sendo comercializados no país são os consoles, com as vendas do Playstation 5 e Playstation 4 permanecendo normalmente. O anúncio da saída da gigante japonesa foi feito em 2020 e as atividades comerciais foram encerradas no final de março de 2021.

#FATO9 Microsoft lança Windows 11

Se os celulares recebem atualizações de software todos os anos, os computadores e notebooks costumam ganhar novas versões em mais tempo. Sete anos após o lançamento da última versão, a Microsoft atualizou o seu sistema operacional para o Windows 11.

Desde sua oficialização, ainda em outubro, a gigante de Redmond vem promovendo de forma gradual o acesso à plataforma. O objetivo, segundo a própria Microsoft, é colocar o usuário no centro da operação.

 

 

#FATO10 LGPD avança no Brasil

A Lei Geral de Proteção de Dados entrou em vigor em 2020, mas foi em agosto deste ano que passaram a valer as sanções administrativas. Juntamente a elas, foi criada também a Autoridade Geral de Proteção de Dados (ANPD), órgão público federal responsável pela fiscalização do cumprimento da Lei.

De acordo com o artigo 52 da LGPD, as sanções partem de advertência, com a devida indicação de prazo para medidas corretivas, passa por multa simples, de 2% do faturamento da pessoa jurídica de direito privado e evolui para multa diária e chega à suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais por seis meses prorrogáveis e proibição do exercício.

 

Conclusão

Fica claro que as influencias no mercado digital variam sem uma previsão possível, fazendo com que todas as marcas, empresas e pessoas envolvidas, precisem se atualizar diariamente.
Esperamos que tenha gostado deste artigo e fique a vontade para sugerir novos.

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